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Os ataques de escorpiões são os mais frequentes na região e representam a maioria expressiva das ocorrências. As abelhas e aranhas somaram 272 e 170 casos, respectivamente, até a primeira quinzena de abril de 2026 — confira o número de casos por animal abaixo.

Atendimentos por picadas de animais peçonhentos no DRS de Piracicaba, em 2026

AnimalNúmero de casosNúmero de mortes
Abelha2720
Aranha1700
Escorpião8990
Lagarta540
Serpente160

Fonte: Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo

Mãos e pés

Quando o assunto é o local das picadas, mãos e pés aparecem como as partes mais vulneráveis do corpo. Confira as partes mais atingidas:

Risco maior entre crianças e idosos

Renata explicou que as crianças e os idosos são o público mais vulnerável aos ataques de animais peçonhentos. De acordo com a veterinária, ter atenção ao mexer no jardim, não andar descalço e ter atenção ao sentar ao chão são modos de evitar o contato com esses insetos.

“Orientação é, se for mexer em jardim ou se for mexer em área fora de casa, sempre usar luva de proteção e atenção, olhar tudo. Evitar deixar a criança brincar sem os calçados, estar sempre calçada. Não sentar no chão sem a devida inspeção do local antes. Sempre manter o ambiente limpo, sem entulho, sem acúmulo de material, sem tijolo”, explicou.

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