
Os ataques de escorpiões são os mais frequentes na região e representam a maioria expressiva das ocorrências. As abelhas e aranhas somaram 272 e 170 casos, respectivamente, até a primeira quinzena de abril de 2026 — confira o número de casos por animal abaixo.
Atendimentos por picadas de animais peçonhentos no DRS de Piracicaba, em 2026
| Animal | Número de casos | Número de mortes |
| Abelha | 272 | 0 |
| Aranha | 170 | 0 |
| Escorpião | 899 | 0 |
| Lagarta | 54 | 0 |
| Serpente | 16 | 0 |
Fonte: Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo
Mãos e pés
Quando o assunto é o local das picadas, mãos e pés aparecem como as partes mais vulneráveis do corpo. Confira as partes mais atingidas:
- Serpentes
Pé e perna – 31,25%
Dedo da mão – 18,75%
Mão – 12,5% - Aranha
Perna – 21,18%
Pé – 20,58%
Mão – 11,18% - Escorpião
Dedo da mão – 23,47%
Mão – 18,8%
Pé – 18,02% - Lagarta
Mão – 42,59%
Dedo da mão – 18,52% - Abelha
Cabeça – 34,56%
Mão – 15,81%
Risco maior entre crianças e idosos
Renata explicou que as crianças e os idosos são o público mais vulnerável aos ataques de animais peçonhentos. De acordo com a veterinária, ter atenção ao mexer no jardim, não andar descalço e ter atenção ao sentar ao chão são modos de evitar o contato com esses insetos.
“Orientação é, se for mexer em jardim ou se for mexer em área fora de casa, sempre usar luva de proteção e atenção, olhar tudo. Evitar deixar a criança brincar sem os calçados, estar sempre calçada. Não sentar no chão sem a devida inspeção do local antes. Sempre manter o ambiente limpo, sem entulho, sem acúmulo de material, sem tijolo”, explicou.